Uruçu Amarela.

Melipona Mondury

Como diz a música, mel de uruçu é um luxo. Essas abelhas grandes, fortes e robustas formam grandes colmeias com cerca de 5 mil indivíduos. Suas operárias podem voar até 2,5 km de distância para buscar pólen e néctar e produzem grande quantidade de mel.

Mandaçaia.

Melipona quadrifasciata anthidioides

O nome em tupi-guarani significa "vigia bonito", pois há sempre uma guardiã na entrada da colmeia.

São tímidas, mansas e muito bonitas. Produzem um mel agrável, bastante líquido, pouco doce e muito valorizado por sua ação antimicrobiana. Suas colmeias têm um aroma impressionante.

Nossa rede de parceiros da região garanta a qualidade da genética de nossas abelhas.

Guaraipo.

Melipona bicolor bicolor

Essas abelhas têm uma organização social diferente de todas as outras. As colméias têm mais de uma rainha, que compartilham o comando sem disputas, e as operárias podem botar ovos que geram machos. Tal estrutura torna a colmeia guaraipo mais diversa geneticamente.

Manduri.

Melipona marginata carioca

É uma das espécies mais sensíveis à degradação e descontinuação dos ambientes nativos. As operárias se distanciam no máximo até 800 metros da própria colméia. Elas não gostam de ser manipuladas e protegem bem a colmeia com seu própolis.

Jataí.

Tetragonisca angustula

É a mais conhecida de todas as abelhas nativas. Os ninhos são comuns em árvores urbanas e tijolos de cimento, onde a entrada forma um típico canudinho, rodeado de abelhinhas planando ao entorno. Quem não conhece a jataí acha que é uma vespinha, pois seu corpo é fino e comprido.

Abelhas Nativas sem Ferrão

Abelhas Nativas sem Ferrão

Todas as atividades realizadas pela Graipu cumprem com as leis, decretos, resoluções e instruções normativas que regulamentam a meliponicultura no país e no estado de São Paulo. Todas nossas colmeias são registradas no Sistema Integrado de Gestão de Fauna Silvestre (GeFau/SIMA).